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Carta que nunca enviei

Anônimo · 28 de março de 2026 · 1 min de leitura

Escrevi essa carta num domingo à tarde, quando a casa estava silenciosa demais para fingir que estava tudo bem.

Comecei com o nome dele e parei. Recomecei sem o nome. Funcionou melhor. Descobri que não era com ele que eu precisava falar, era comigo, sobre o que fiquei esperando durante tanto tempo.

Não enviei. Mas desde então respiro diferente quando penso naquele período.